segunda-feira, 1 de abril de 2019

Crônicas de Regyna Marques









O TRIGO

Desde os tempos arqueológicos o trigo era um alimento importante, se destacando na Palestina, França, Suiça, Egito e trazidas semente para o Brasil.
Mas nesta trajetória a Bíblia sempre destacou o trigo como alimento importante desde 6.700 anos antes de Cristo, e uma jovenzinha camponesa, de família humilde fazia parte de uma família de agricultores que plantavam o trigo para seu sustento em terras da Palestina.
Nesta trajetória reencarnatória muitos fatos aconteceram, a família desapareceu no tempo, mas o trigo se expandiu para o mundo todo, tornando-se um alimento importantíssimo para a humanidade. Do trigo tiram-se as mais diversas iguarias, em destaque o pão de milho que o pai da jovem camponesa produzia para alimentar a sua família e amigos.
Os anos se passaram,décadas centenas de anos, até que no Brasil uma família de pais humildes plantadores de trigo, arroz, trabalhadores de terras onde tudo que se plantava.
Mas esta família formada com quatro filhos resolve vir para a cidade, buscando oportunidades para seus filhos.
Interessante à relação do pão de milho com esta família: O jovem caçula desde muito cedo sempre levava para a irmã mais velha, o sagrado pão de milho, que a sustentava junto a sua filhinha.
Buscando no íntimo da toda história sabe-se que a reencarnação daquele pai, pode-se muito bem estar hoje no século XXI, cuidando dos filhos de sua reencarnação em outras terras repetindo o amor fraternal e os cuidados com a família, pois, na espiritualidade tudo continua de acordo com o merecimento e necessidade evolucional.
A irmã adora pão de milho, e tem eterna gratidão a este ato que faz a diferença para o seu coração de irmã que ama e agradece com preces de amor ao irmão cuidador e amoroso.
Família, elo espiritual e amoroso que evolui para a eternidade.

Regyna Marques
            










MEUS FILHOS, NOSSOS FILHOS


         Há mais de dois mil anos veio ao mundo o Filho do Pai para nos salvar dos pecados, mazelas, doenças, fraquezas, miséria e todos os tipos de malefícios que advêm do coração e do comportamento irracional dos seus irmãos, a humanidade.
         Existe exemplo maior que esta dedicação a sua mãe, a concórdia com a transposição de doação em favor dos irmãos, os semelhantes a ELE?
         Tudo aconteceu contra esta criança que veio até nós, mas jamais deixou de ser o representante da MÃE, jamais A contrariou nesta doação em nome da sua Mãe, ajudando-A a salvar seu filho do pecado e das maldades inerentes do coração ambicioso dos homens sem fé, sem gratidão, imbuídos da materialidade e desejo de poder e riqueza.
         O Filho do Pai viveu todas as perseguições, poderia ter desistido desta ajuda, desta parceria cristã com a sua mãe, mas foi FIEL e justo com aquele que lhe deu a vida como presente para evolução e retorno ao colo da mãe, após cumprir a sua missão como Filho de Deus.
         Hoje não é muito diferente filhos que deveriam obedecer e serem parceiros de seus pais se revoltam contra seus genitores, dando-lhes as costas, abandonando-os ao relento de uma sociedade sem humanidade, revestida de desejos mesquinhos de poder, de riqueza, de aquisição de bens e mais bens como que tudo isto fosse a única porta de salvação e de felicidade.
         Que pena Jesus deu-nos o exemplo de filho bom, justo e amoroso não está sendo reverenciado, aliás, esquecido nos lares enquanto os filhos amorosos como foram criados pela bondade e justiça divina.
Pais abandonados com olhares embaçados pelo tempo, deixam transparecer a dor do coração partido, amor e tristeza pela ingratidão e falta de amor filial que estamos vivenciando neste terceiro milênio de transformação.
         Bença pai, bença mãe, já não existem mais.
         Onde e quando esta transformação de amor aconteceu e o quanto vai modificar os valores familiares?
A vulneral idade dos valores que vivenciamos atualmente mostra o transtorno social da falta de fé, falta de respeito, falta de amor privando as famílias de caracterizar um ambiente de união e amor entre os membros familiares, levando para as ruas, para a sociedade homens de caráter modificado pela sociedade preconceituosa – é tudo ou nada.
         A luta pela sobrevivência é desleal e insultante. O que fazer para valer o berço familiar, fazer a restauração dos sentimentos familiares, como plantar o sentimento de Deus no coração dos seus filhos, meu Deus?
         O medo é a maior questão que aflige as famílias, os filhos  que diante da insegurança se distanciam, não dialogam, não abraçam, não  sorriem e o olhar é arredio como medo de transmitir aos pais a vulnerabilidade que existe nos seus corações.
         O acolhimento familiar é a solução de uma sociedade mais justa, de pais mais amados e protegidos, as palavras e atitudes presentes no dia a dia são exemplos indestrutíveis no convívio pais e filhos, quando o retorno de proteção torna-se mágico sem cobranças, pois, os filhos tornam-se pais dos seus pais quando a velhice acontece, colocando-se à frente deste amor que foi plantado com a presença dos pais ao longo dos anos desde a sua concepção. Esta é e deve ser a atitude filial de acordo com os ensinamentos bíblicos – pai cuida, encaminha, ama, protege, ensina, mostra o caminho e abençoa sempre – o filho respeita, ama, cuida e protege no final do caminhar nesta vida, que é um presente de Deus, relação PAISxFILHOS, uma relação de eterno amor e cuidado.
        





 
;